Pesquisa que amplia registros de pterossauros no Brasil contou com pesquisadores da URCA
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| Fósseis de pterossauros, répteis voadores do Período Cretáceo. Foto: Reprodução / URCA. |
As peças, que consistem em duas falanges da asa, foram coletadas no município de Simões, no Piauí, pela equipe do Laboratório de Paleontologia de Picos (UFPI). A preparação foi realizada no Laboratório de Paleontologia da URCA pelo técnico Artur Araújo e pela graduanda em Ciências Biológicas Francivania das Neves, com supervisão do Prof. Dr. Renan Bantim.
Essa etapa, realizada no Cariri, contribuiu para análises osteohistológicas estudo dos tecidos ósseos , conduzidas pelo doutorando Esaú Araújo (Museu Nacional/UFRJ) e pela Dra. Juliana Manso Sayão, vice-diretora do Museu Nacional. A análise revelou que dos fósseis encontrados, um dos indivíduos era jovem e o outro adulto.
A preparação foi realizada no Laboratório de Paleontologia da URCA. Foto: Reprodução / URCA.De acordo com o prof. Dr. Renan Bantim, vice-coordenador do Laboratório de Paleontologia da URCA, a descoberta mostra a importância do Cariri para estudos da paleontologia. Esse registro não só expande a ocorrência de fósseis de pterossauros para o Piauí, mas também ressalta a importância do Cariri como polo de referência em paleontologia e a necessidade de investir em áreas subexploradas, que guardam muitos segredos sobre a vida pré-histórica no Gondwana, afirma.
O estudo contou com apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Paleovertebrados (INCT Paleovert). Ao todo, o trabalho envolveu pesquisadores da URCA, UFPI, UFPE e Museu Nacional/UFRJ.
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Por Bruna Santos
Miséria.com.br

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