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Agência Site Blog da Pedra

“Prazeres Insanos – Paleontologia do Medo”

Santana do Cariri ganha protagonismo em nova série audiovisual gravada no Cariri


Por redação
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Santana do Cariri se consolida como um dos principais cenários do audiovisual cearense ao sediar a primeira temporada da série “Prazeres Insanos – Paleontologia do Medo”, produção que estreia com cinco episódios e aposta na força simbólica e cultural do município para construir o universo narrativo da obra.

Mais do que servir de pano de fundo, a cidade assume papel central na trama, influenciando diretamente a atmosfera da história e o desenvolvimento dos personagens. O enredo propõe um diálogo entre ciência, descobertas paleontológicas e arqueológicas, meio ambiente e a vegetação típica da região do Cariri, ao mesmo tempo em que aborda um tema social urgente e sensível: o feminicídio, realidade que preocupa cada vez mais as comunidades do interior.

A escolha por Santana do Cariri não é casual. Locais emblemáticos como o Museu de Santana do Cariri, o Centro de Artes e áreas do Geopark Araripe enriquecem visualmente a narrativa e reforçam a identidade científica e cultural do município, reconhecido nacionalmente por sua importância histórica e geológica. Esses espaços contribuem para uma ambientação autêntica, conectando ficção e realidade de forma consistente.

O primeiro bloco de filmagens também passou por Barbalha e Crato, ampliando o alcance regional da produção, mas é Santana do Cariri que se destaca como eixo principal da história, reafirmando sua relevância no cenário cultural do Cariri cearense.

Viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do Governo Federal e da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, o projeto evidencia o impacto das políticas públicas no fortalecimento do audiovisual fora dos grandes centros urbanos, valorizando talentos locais e narrativas enraizadas no território.

Ao unir arte, ciência e reflexão social, a série projeta Santana do Cariri para além das fronteiras regionais, transformando a cidade em referência não apenas pelo seu patrimônio natural, mas também como espaço de produção cultural contemporânea.

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