O que é rope jumping? Entenda prática em que uma mulher morreu no interior de SP
A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu na manhã deste sábado (13) após ser arremessada de uma ponte de 30 metros para uma prática de rope jumping em Limeira, no interior de São Paulo.
Ela não estava presa à corda de segurança e, segundo testemunhas, mesmo assim foi jogada pelos funcionários da empresa responsável pela atividade.
Considerada um esporte radical, a prática é semelhante ao bungee jump, que também consiste em um pulo de grandes alturas.
O que é o rope jumping?
A prática, chamada de pulo com corda, em tradução livre, é representada pelo pulo de locais altos, como pontes, viadutos e prédios. Nela, a pessoa praticante é presa a um sistema de cordas que é capaz de interromper a queda de forma controlada.
No rope jump, o sistema de cordas funciona como o de uma escalada, demonstrado quando a queda é interrompida e o praticante faz um movimento de pêndulo. No fim, a pessoa fica balançando de um lado para o outro.
Já no bugee jump, uma corda elástica faz o praticante quicar, subindo e descendo, várias vezes depois do salto.
Qual o sistema de checagem das cordas?
Antes do salto, é preciso realizar algumas checagens de segurança para que tudo ocorra como o combinado. Normalmente, quando os processos são adequados, mais de um instrutor confirma se os equipamentos estão fixados antes de emitir a autorização da queda.
No caso de Maria Eduarda, é possível ver três homens colocando-a em posição de salto, mas ninguém se atenta ao fato de que ela não estava ligada às cordas.
O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas a morte da mulher foi confirmada ainda no local.


